A cidade como fonte para a era dos agentes.
Cada vez mais gente pergunta para uma IA onde comer, onde ficar, o que fazer. A iamin.city nasce para que cada cidade tenha uma fonte de dados organizados e conferidos, que pessoas e agentes de IA possam consultar sem receber palpite. Ainda estamos construindo. A parte técnica que sustenta a ideia já funciona.

Hoje, para saber de um lugar, você depende de quem paga para aparecer ou de uma IA que chuta.
Guias e diretórios online (de viagem, de restaurantes, da cidade) mostram primeiro quem paga para aparecer, com dados que ficam velhos sem ninguém conferir.
Respondem com confiança mesmo sem saber: horário errado, telefone inventado, lugar que já fechou.
Não controla o que dizem sobre ele, nem em que canal o cliente pergunta.
Uma rede de cidades, cada uma um servidor de conhecimento.
A mesma cidade para pessoas e para máquinas
A pessoa pergunta no WhatsApp e recebe a resposta na conversa. Um agente de IA consulta a cidade pelo protocolo MCP, o padrão que os agentes usam para falar com fontes de dados, e recebe a informação organizada. Uma fonte só, para dois públicos. É a base para um futuro em que agentes planejam, recomendam e reservam por nós.
Uma cidade, depois outra, depois o mundo
O mesmo esquema em todas as cidades: quem constrói um agente conecta uma cidade e já sabe consultar todas.
O que está pronto para crescer.
“Ausente” no lugar do palpite
Nenhuma resposta pode trazer o que não está na base. Se o dado não existe, ele volta como ausente. Isso não é um pedido para a IA se comportar, é a forma como o sistema foi construído.
Uma taxonomia que sabe como é, não só o que é
Três camadas para cada lugar: o que ele é, o que ele tem e como é estar ali. A terceira, que nenhum diretório tem, vem das avaliações reais, com um filtro: só entra o que se repete, o que é responsabilidade do negócio e o que ajuda quem lê.
Uma cidade nova numa tarde
Um método escrito e medido: centenas de negócios, mapa e páginas em cerca de duas horas, com menos de US$ 10 de custo de dados. Esta é uma delas: 429 lugares no mapa, cada um com o que é, o que tem e como é.

Um piloto em construção
Um guia com mapa, eventos e uma assistente que responde no WhatsApp a partir das fichas. É o primeiro laboratório da rede.

Do piloto à rede.
Transformar fichas públicas em fichas confirmadas, uma conversa de WhatsApp por vez.
Abrir a consulta para agentes de IA de terceiros, com o mesmo esquema em todas as cidades.
Testar quem paga primeiro: o negócio local, as reservas ou quem consome os dados.